CONTACTOS

Praça de Londres, 1000-074 Lisboa
Tlf. 218437450

Igrejasjoaodeus@gmail.com
www.paroquiasaojoaodeus.pt

Подробнее на сайте: http://investment-money.ruhttp://hold-house.ru http://grand-construction.ru
http://samodelnaya.ru http://build-dwelling.ruhttp://samodelkami.ru
http://stroi-rukami.ru http://sdelaisebe.ru http://samodelnii.ruhttp://lavandamd.ruhttp://grand-builder.ru
http://poleznii.ruGo to top of pagehttp://mending-house.ruhttp://pro-nedvijimosti.ruhttp://samodelkinov.ru

Perdidos de Jesus,
perdidos de nós...

 

Deus nunca abandona a sua criação, porque para Ele
criar é unir e, se for necessário, reunir o que anda disperso.
Depois de muitas tentativas ao longo de séculos,
«por fim mandou nos o próprio Filho»
com a missão explícita de nos congregar em Aliança Nova.
Mas, perdidos de Deus, perdidos do Pai,
estávamos órfãos e sem sabermos quem somos.
Perder-se de Deus é perder-se daquele que guarda
a nossa vida, a nossa personalidade de filhos
e a nossa condição de aliados...
Jesus, é a nossa Páscoa e nela acende-se uma nova Luz,
luminosa, reveladora, incandescente, calorosa, inextinguível.
Por ela iluminados, voltámos a reconhecer
a nossa identidade de filhos, a nossa condição de aliados,
congregados pelo Bom Pastor,
unidos e reunidos pelo Espírito numa nova Aliança indestrutível,
podemos voltar a cantar o Aleluia
da nossa libertação das trevas e das sombras
que nos separaram uns dos outros;
o Aleluia da iluminação que nos permitiu regressar
ao banquete da reconciliação e celebração da Paz;
o Aleluia da alegria por todos aqueles
que o Pai mandou convidar para as núpcias do Cordeiro,
para voltarem à Comunhão da verdade que pacifica
e do alimento que regenera;
o Aleluia da profissão da mesma fé,
na língua comum do Espírito, graças ao dom das línguas
que restaurou a comunicabilidade tantas vezes perdida;
o Aleluia do júbilo na partilha da mesma missão,
graças à profissão do mesmo Credo,
por todos reconhecido e proclamado
como a expressão do mesmo sentido existencial
e a projecção garantida do mesmo futuro
de plenitude e bem-aventurança nos novos Céus e da Nova Terra
como membros da Igreja Gloriosa, Esposa de Cristo Ressuscitado!

Pe. Carlos Paes

Neste domingo, 9 de Abril, realizamos a procissão de Ramos, que relembra a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, antes da Sua paixão, morte e ressurreição.

A Procissão teve inicio na Alameda D. Afonso Henriques até à nossa Igreja onde, em seguida, celebramos a Eucaristia.

Não poderíamos ter começado melhor a Semana Santa, com as centenas de pessoas que encheram as ruas da nossa freguesia com ramos, manifestando a sua fé.

Perante tão ilustre e preenchida assembleia neste concerto comemorativo do octogésimo aniversário da Rádio Renascença, permito-me a pergunta: - Que razão profunda nos traz aqui e que motivo tão compartilhado o poderá explicar?

Na verdade, coisas destas não são assim tão habituais para tanta quantidade e qualidade de presenças. É certo que instituições de vário tipo, com oito décadas cumpridas, são felizmente mais na sociedade portuguesa. Mas são geralmente setoriais e, como se diz, têm o seu público.

Como não podia deixar de ser, foram convidados para este concerto todos os colaboradores e amigos da Renascença. Lembro os que já partiram e saúdo com muita amizade os que hoje lhe dão vida. Vida que de todos parte e a tantos chega, generosa e criativa.

A Rádio Renascença e agora o Grupo Renascença são definidamente uma instituição da Igreja Católica em Portugal. Nomes fundacionais como Monsenhor Lopes da Cruz e o Cardeal Cerejeira garantiram-lhe essa natureza, e assim fazem os seus sucessores, na hierarquia eclesial e na gerência da emissora.

O Cardeal Cerejeira desejou que a Rádio Renascença competisse em perfeição técnica com qualquer outra, que visse longe e largo, com coragem, largueza e confiança (19 de março de 1934). Tantos anos depois, damos graças a Deus, porque o desígnio foi cumprido. A Renascença é tecnicamente capaz, responde aos apelos do tempo e das procuras, diversa mas concorde, confiante no futuro que cada dia conquista.

A Renascença incarna e retoma no seu historial de décadas o que o catolicismo português tem de mais “católico”, também no sentido sociocultural do termo, isto é, definido na natureza e alargado na projeção. Por isso mesmo tem feito e quer fazer “das alegrias e das esperanças, das tristezas e das angústias” da sociedade em geral as suas causas também, para acompanhar e animar, para esclarecer e ajudar a resolver, para inspirar evangelicamente o curto, médio e longo prazo do que somos e queremos ser.

Ao longo de várias situações sociopolíticas da história nacional e internacional. Ao longo de várias etapas eclesiais, como o foram a “renascença católica” dos anos trinta do século passado, de que aliás também tirou o nome; do pós-segunda guerra mundial ao Vaticano II e ao pós-concílio; antes, durante e depois de 1974 e desde então ao novo século e aos nossos dias: muito e muitíssimo do que em Portugal foi notícia, debate, música, desporto, distensão ou oração teve e tem na Renascença a voz ou o eco, a palavra e a mensagem.

Nunca lhe faltou vontade de acertar, nunca lhe faltaram responsáveis e profissionais dedicados. Foi escola de muitos que, permanecendo nela, ou partindo para outras congéneres no vasto campo do audiovisual, foram e são o melhor certificado da qualidade da emissora onde aprenderam ou cresceram.

A versatilidade demonstrada em atrair novos públicos e diversificar a oferta, do gosto dos mais novos à saudade dos que são novos há mais tempo, dos que preferem música aos que insistem em palavra e debate, tudo lhe tem garantido continuidade e mesmo o salto em frente que verificamos hoje.

A programação especificamente religiosa que inclui não lhe retira, antes acentua, a marca “católica” que transparecerá no todo. E exatamente por ser assim, do universal de Deus para a universalidade humana, como evangelicamente se conjugam. Entrando em casa de cada ouvinte, é companhia para tantos que estão sós; acompanhando nas viagens, faz do tráfego convivência; lançando campanhas solidárias, acresce-nos como sociedade, uns com os outros e de todos para todos.

É por tudo isto, certamente, que a pergunta com que comecei tem resposta: Somos tantos hoje e aqui, porque muitos fomos, somos e seremos da família Renascença. E é por isso também que os seus oitenta anos, com a sabedoria que a idade lhe dá, a tornam anda mais jovem, na fonte permanente donde continua a brotar.

- Parabéns à Renascença, parabéns a todos!

+ Manuel Clemente

No passado dia 25 de Março, dia da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora, sob o lema Passo a passo com Maria”, decorreu a Peregrinação das Famílias da Catequese, contando com a presença de ... Famílias e … Crianças e Adolescentes.

Foi um dia memorável porque cheio de pequenos e simples passos de grande significado!

O estado do tempo: um dia chuvoso e frio, que convidava mais a ficar em casa, mas o desejo de ir em peregrinação para parar, rezar e conviver foi abençoado! 

A primeira atividade para Pais e Filhos - o peddy paper no Santuário, decorreu com grande animação e desejo de repetir. Tiveram por monitores de grupo Jovens do Movimento da Mensagem de Fátima. Percorreram-se alguns locais importantes relacionados com as aparições de Nª Senhora aos pastorinhos, aprendendo ao vivo o que ali aconteceu e o que isso tem a ver com a nossa vida, hoje.

No final da manhã, participámos na celebração Eucarística na Capelinha das Aparições e o Sr. Prior concelebrou. O Céu ficou mais cinzento e a chuva caiu intensamente, parecia que chorava as nossas dores e dramas que viemos entregar à Mãe…

Ao almoço, o gesto do pôr em comum as “especialidades” de cada família, o convívio e o desejo de se dar conhecer, tornaram este momento muito alegre e a comungarmos novamente. Culminou com a redacção de uma intenção pessoal num passo habilidosamente desenhado e recortado.

A segunda atividade constou da recitação do Terço na Colunata do Santuário. Crianças e adultos rezaram com simplicidade e profundidade esta oração destinada a produzir frutos de santidade. E, com grande espanto, as intenções pessoais escritas nos passos, surgiram todas interligadas formando um terço que, no final, foi entregue na Capelinha para ficar aos pés de Nossa Senhora.

Terminada esta oração, vimos as nuvens dissiparem-se e o sol surgiu para alegrar os nossos corações.

Foi um dia em casa da Mãe onde recordamos que Portugal foi escolhido por Nossa Senhora. Cada um de nós é chamado a viver uma autêntica e permanente conversão para Deus na coerência de vida rumo à santidade. Sempre e só, através do amor a Maria!

MCA


"Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é Amor." 1 João 4;8