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Os 300 anos da qualificação Patriarcal da Diocese de Lisboa são uma data “inédita” e com “bastante significado” para a diocese, segundo o Cardeal-Patriarca. Congressos, encontros, manifestações musicais, exposições e publicações, além do Sínodo Diocesano, vão marcar o ano pastoral.

A comemoração dos 300 anos da qualificação Patriarcal da Diocese de Lisboa vai marcar o primeiro semestre do ano pastoral 2016/2017. “Aproxima-se uma data que tem bastante significado na vida desta porção da Igreja, aqui em torno de Lisboa, que é o dia 7 de novembro de 1716. Foi nessa altura que o Papa Clemente XI deu o título de Patriarcal à Capela Real. Essa qualificação depois estendeu-se ao conjunto da diocese, que a partir de 1740 se chama, toda ela, Patriarcado. É um caso só repartido com Veneza no conjunto das dioceses latinas”, começou por lembrar o Cardeal-Patriarca, D. Manuel Clemente, na conferência de imprensa de apresentação das várias celebrações, eventos e iniciativas que vão assinalar a efeméride.

No Mosteiro de São Vicente de Fora, no passado dia 20 de setembro, D. Manuel Clemente observou que o Patriarcado vai realizar as comemorações dos 300 anos da qualificação Patriarcal porque “é algo inédito”. “Esta data evoca uma série de realidades que, no sentido cultural do termo, extravasa a realidade da Diocese de Lisboa”, frisou.

Do programa das comemorações dos 300 anos do Patriarcado, o Cardeal-Patriarca salientou a “parte histórica de memória, que começa por ser documental”. “Os historiadores têm-nos pedido há muito tempo e vamos publicar as mais importantes Cartas Pastorais dos Patriarcas. É uma publicação, a vários títulos, interessante sobre a relação da Igreja e a sociedade portuguesa nos últimos três séculos”, classificou. D. Manuel Clemente destacou ainda a “coleção de biografias de todos os Bispos de Lisboa até ao Patriarcado” – “o mais antigo Bispo de Lisboa que conhecemos é do século IV, Potâmio de Lisboa, até D. João de Sousa, o último Bispo anterior ao Patriarcado” –, feita por “professores, académicos e universitários, que vai ser uma contribuição notável”.

Do ponto de vista cultural, sublinhou as “duas manifestações musicais”. “Teremos, num espaço de referência de Lisboa, um ou dois concertos com música dos compositores da patriarcal, portanto barroca e clássica dos séculos XVIII e XIX. Mas também teremos um Musical, de grande projeção, no Tivoli, que andará à volta da temática da Igreja de Lisboa”, revelou o Cardeal-Patriarca, salientando igualmente as “realizações mais pastorais”, como o 1º Encontro dos Núcleos de Estudantes Católicos de Lisboa e o Congresso das Associações dos Profissionais Católicos.

Visita do Papa em 2017 tem por objetivo assinalar Centenário das Aparições, disse Francisco a bispo auxiliar de Lisboa

O Papa Francisco disse ao bispo auxiliar de Lisboa D. Nuno Brás que viria a Portugal, em maio de 2017, “mas a Fátima”, numa viagem centrada no Centenário das Aparições.

“Eu irei, mas a Fátima” foi a afirmação do Papa no diálogo com D. Nuno Brás, confirmou hoje o bispo auxiliar de Lisboa.

D. Nuno Brás cumprimentou Francisco no último domingo, no fim da Eucaristia que encerrou o Jubileu dos Catequistas, no Vaticano, e disse-lhe que os portugueses “estavam à espera dele”.

“Ele respondeu-me que viria, mas a Fátima”, sublinhou D. Nuno Brás.

“Creio que podemos dar como certo que, a não ser que aconteça um imprevisto de agenda ou pessoal, o Papa tem como assente que vem a Fátima”, sublinhou.

Para além da indicação de visitar Fátima, o programa da visita do Papa, o local de chegada a Portugal, o percurso até à Cova da Iria e os dias em que o pontífice argentino vai estar em território português permanecem em aberto.

D. Nuno Brás lembrou que “o Papa disse com muita alegria” que viria a Portugal, reafirmando o que “tinha dito aos bispos portugueses durante a visita ad Limina, quando afirmou que tinha muita vontade de vir a Fátima”.

No dia 7 de setembro de 2015, no encontro dos bispos de Portugal com o Papa durante a visita ad Limina, Francisco transmitiu o "desejo profundo" de visitar Fátima, afirmando 'tengo ganas de ir a Fátima' (quero ir a Fátima)”.

D. Manuel Clemente, presidente da CEP, disse na ocasião aos jornalistas que sempre que é referido o nome de Portugal, "o Papa diz que tem muita vontade de ir a Fátima" e "fica aí muito localizado".

"O que o Papa responde sempre é que tem muita vontade de ir a Fátima. Não posso concluir mais do que isso, se é que isto já não é uma conclusão", afirmou o cardeal-patriarca de Lisboa.

No último dia 17 de março, durante a primeira visita oficial após ter tomado posse como Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa convidou formalmente o Papa Francisco a visitar Portugal.

Francisco será o quarto Papa a visitar Portugal, depois de Paulo VI (13 de maio de 1967), João Paulo II (12-15 de maio de 1982; 10-13 de maio de 1991; 12-13 de maio de 2000) e Bento XVI (11-14 de maio de 2010).

São João Paulo II cumpriu ainda uma escala técnica no Aeroporto de Lisboa (2 de março de 1983), a caminho da América Central.

As perguntas que temos de fazer são de carácter profético:

1. Por onde Deus quer conduzir o mundo e a Igreja até ao seu Reino?

2. Onde podemos experimentar, hoje, que o Reino de Deus se está a aproximar?

3. Onde podem os cristãos de hoje escutar o chamamento para crer na Boa Nova?

4. O que é preciso deixar para trás?

5. Como devemos olhar para o futuro?

6. Quais são as atitudes que devemos despertar nestes momentos?

7. Até quando temos de continuar sem reagir de maneira mais responsável, lúcida e esperançada? 

José António PAGOLA in RECUPERAR O PROJECTO DE JESUS pg.48

 

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"Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é Amor." 1 João 4;8